Enquanto o fim dos fósseis não chega, precisamos agir no campo!
Impulsionada pela energia brasileira e pela vontade acumulada dos participantes, a primeira semana foi marcada por reuniões intensas, passeatas, festas e diversas mobilizações sociais, incluindo manifestações. Foi uma semana carregada de esperança!
Agora começa a semana dos fechamentos. A energia começa a baixar, a tolerância dá lugar a irritação e, normalmente a esperança é substituída pela descrença. A presidência dessa COP tem o desafio de não deixar nada disso acontecer e mostrar que existe sim boa vontade para construir e, principalmente, seguir um “mapa do caminho”, mas em qual direção?
Já ficou claro que o fim dos combustíveis fósseis está longe e, até agora, não conseguimos nem elaborar um plano para parar as prospecções de novos poços de petróleo e, com isso, sua eliminação “gradual” como tem sido pensado não passa de um desejo de alguns, e parece que são poucos. E aqui está o X da questão para a presidência da COP, como transformar um desejo no mapa do caminho?
O que tenho escutado e a tempos já pensado, é que enquanto as COP pensam no mapa do caminho para a eliminação dos combustíveis fósseis o resto da sociedade global deveria se dedicar aos processos de adaptação. Se cada um fizer um pouco o total positivo será gigantesco para o clima e, no final do dia, serão esses os resultados que poderão fazer a diferença.
Precisamos focar no fim das emissões e na adaptação! Reduzir as emissões dos processos que já temos hoje com potencial para otimizações é a agenda possível para todos. Reduzir drasticamente o desmatamento, e a conversão de habitats não florestais, e adaptar a produção pecuária para reduzir as emissões tem um potencial enorme de beneficiar o clima.
Não por acaso a Embrapa, com o apoio de MBRF e Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, desenvolveu o “Protocolo Carne de Baixo Carbono”, uma certificação lançada na primeira semana da COP que monitora a adoção das práticas de intensificação sustentável da pecuária, reduzindo assim as emissões de metano e protegendo o solo.
Práticas como essa junto com iniciativas como o TAC da Pecuária, a plataforma Boi na Linha e a certificação Beef on Track garantirão que a adaptação no campo esteja acontecendo, as leis sendo seguidas e o desmatamento rumando para ser eliminado, muito, muito antes do que os combustíveis fósseis como se busca incansavelmente nas COPs.
Agora começa a semana dos fechamentos. A energia começa a baixar, a tolerância dá lugar a irritação e, normalmente a esperança é substituída pela descrença. A presidência dessa COP tem o desafio de não deixar nada disso acontecer e mostrar que existe sim boa vontade para construir e, principalmente, seguir um “mapa do caminho”, mas em qual direção?
Já ficou claro que o fim dos combustíveis fósseis está longe e, até agora, não conseguimos nem elaborar um plano para parar as prospecções de novos poços de petróleo e, com isso, sua eliminação “gradual” como tem sido pensado não passa de um desejo de alguns, e parece que são poucos. E aqui está o X da questão para a presidência da COP, como transformar um desejo no mapa do caminho?
O que tenho escutado e a tempos já pensado, é que enquanto as COP pensam no mapa do caminho para a eliminação dos combustíveis fósseis o resto da sociedade global deveria se dedicar aos processos de adaptação. Se cada um fizer um pouco o total positivo será gigantesco para o clima e, no final do dia, serão esses os resultados que poderão fazer a diferença.
Precisamos focar no fim das emissões e na adaptação! Reduzir as emissões dos processos que já temos hoje com potencial para otimizações é a agenda possível para todos. Reduzir drasticamente o desmatamento, e a conversão de habitats não florestais, e adaptar a produção pecuária para reduzir as emissões tem um potencial enorme de beneficiar o clima.
Não por acaso a Embrapa, com o apoio de MBRF e Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, desenvolveu o “Protocolo Carne de Baixo Carbono”, uma certificação lançada na primeira semana da COP que monitora a adoção das práticas de intensificação sustentável da pecuária, reduzindo assim as emissões de metano e protegendo o solo.
Práticas como essa junto com iniciativas como o TAC da Pecuária, a plataforma Boi na Linha e a certificação Beef on Track garantirão que a adaptação no campo esteja acontecendo, as leis sendo seguidas e o desmatamento rumando para ser eliminado, muito, muito antes do que os combustíveis fósseis como se busca incansavelmente nas COPs.


